Carlos Francisco de Morais
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Obras em edição pela Atafona

Doze homens em um ano

 

"Matéria primeira de todo romance, o tempo é o tecido no qual se inscreve e se enuncia desde o título a trama de Doze homens em um ano. Estruturalmente significativo – um capítulo para cada mês do ano e para cada homem possuído pela protagonista e narradora Ariane, o romance não nega a vocação de Carlos Francisco de Morais para a narração de uma boa história, onde se equilibram referências contemporâneas do universo urbano, virtual, jovem, e a evocação elegante de índices da cultura erudita. " 
(
Trecho do texto de Eduardo Veras, Professor da Universidade Federal do Tiângulo Mineiro, para a orelha do livro).

 

 

"Ariane, protagonista do romance Doze homens em um ano, de autoria de Carlos Francisco de Morais, chegou em mim como uma tempestade, desarrumando as minhas ideias, me enchendo de dúvidas e me provocando a olhar para além do aparente. Que mulher é essa que fala de relações sexuais (as próprias, diga-se de passagem) assim de forma tão escancarada? Foi assim que as primeiras páginas deste livro me instigaram. Eu quis saber quem era Ariane, que já começava as primeiras horas do ano de forma tão peculiar."
(Trecho da Apresentação -Tais Pereira de Freitas, Professora da Universidade Federal do Tiângulo Mineiro).

As quatro estações

"O romance As quatro estações conta o drama de Veridiana, uma lindíssima jovem negra, quintanista da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, que tem uma família ótima: seu pai, que é negro, é o sócio principal de um escritório de arquitetura de interiores comerciais; sua mãe, que é branca, é uma pintora de prestigio; suas três irmãs mais novas, cada uma de uma cor, são bonitas, inteligentes e divertidas. Sendo assim, o drama de Veridiana é, apesar de ter todos os motivos para viver bem, ser infeliz todos os dias de sua vida.
 

A estória de autoconhecimento de Veridiana, incluindo um encontro marcado com o passado da família, se desenrola na cidade de São Paulo ao longo de um ano, a partir do verão de 2010. Todos os aspectos da vida da cidade desempenham um papel central no enredo, pois as personagens com quem a moça convive pertencem às diferentes etnias e classes sociais que compõem a população da cidade. Além disso, vários dos bairros de São Paulo formam o cenário das vidas que, além da de Veridiana, são acompanhadas em detalhes no romance. A verossimilhança é produzida também pelo fato de instituições e pessoas reais de destaque na vida de São Paulo participarem da trama, algumas delas ativamente.
 

Em As quatro estações, São Paulo é negra, branca, italiana, espanhola, japonesa, judia, mestiça; pobre, rica, classe média, milionária; suas personagens são artistas, empresários, médicos, advogados, comerciantes, estudantes; são também adultos, jovens, crianças, velhos. Nela coexistem a dor, a esperança, o crime, o trânsito, o racismo, a amizade, o trabalho, o sexo e o amor.
 

O romance é estruturado em quatro partes, cujos títulos são as estações do ano. Em cada uma delas, há três capítulos, totalizando doze, como são os meses do ano. Os capítulos são divididos em partes numeradas, geralmente em número de seis, sendo quase sempre duas delas dedicadas a narrar os problemas que constantemente atravessam o caminho de Veridiana; as outras são dedicadas a seguir as perdas e os ganhos de um variado grupo de personagens que se espalham por São Paulo para tentar viver a vida. Todos eles, de uma forma ou de outra, têm alguma coisa a ver com o destino de Veridiana.
 

As quatro estações é a estória da moça mais linda e triste que já se viu, acontecida numa São Paulo descrita como nenhum livro já fez."

Carlos Francisco de Morais

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